CRIMINALIDADE

Polícia reconstitui cena de atentado contra candidato a prefeito de Parauapebas

O crime ocorreu na estrada da Vila Carimã, zona rural do município do sudoeste paraense no último dia 14 de outubro

30/10/2020 20h20 | Atualizada em 30/10/2020 20h28

Polícia reconstitui cena de atentado contra candidato a prefeito de Parauapebas

Reprodução

PUBLICIDADE

Uma simulação realizada pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves em conjunto com a Polícia Civil tenta esclarecer o ataque ao candidato a prefeito de Parauapebas, Júlio Cesar, no último dia 14 de outubro. O crime ocorreu na estrada da Vila Carimã, zona rural do município do sudesta paraense. O candidato foi baleado. A reconstituição do crime ocorreu na noite desta quinta-feira (29).

Durante a reprodução, foram analisados os posicionamentos das vítimas, de objetos na cena do crime e das testemunhas. Para o delegado-geral de Polícia Civil, Walter Resende, o ato de reconstituição previsto na constituição é essencial para a apuração do fato, e todas as medidas necessárias estão sendo adotadas junto ao Centro de Perícias Científicas e à Universidade Federal do Pará (UFPA).

"Essa modalidade nos permite dirimir dúvidas em relação à dinâmica do acontecimento apurado. A simulação se fez necessária para esclarecer qualquer divergência entre o procedimento policial e tudo o que está sendo divulgado. O resultado apurado vai nos direcionar com precisão ao ocorrido para que possamos esclarecer tudo com exatidão. Estamos atentos a todos os detalhes e trabalhando para que o resultado saia o mais breve possível", declarou Resende.

O perito criminal e gerente do Núcleo de Crimes Contra a Vida do CPC Renato Chaves, Mariluzio Moreira, esclarece que foram realizadas duas perícias: a simulação do veículo que o candidato estava e a reprodução simulada do fato no local e horário indicado nos depoimentos.

Para wlwa, todos os exames periciais realizados são essenciais e complementares para que seja emitido o laudo final. Nas próximas semanas, serão feitos alguns exames na capital paraense.

À frente das perícias esteve uma equipe composta por oito peritos criminais, com o acompanhamento do diretor da Divisão de Homicídios (DH), delegado Cláudio Galeno; do diretor de Polícia do Interior, delegado Hennison Jacob; e do superintendente Regional, Thiago Carneiro.

A ação contou também com o apoio da Polícia Militar e do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte de Parauapebas.

O resultado técnico será emitido pelo CPCRC e vai compor as diligências solicitadas pela Polícia Civil.

FONTE: O LIBERAL

Comente, sua opinião é Importante!

PUBLICIDADE